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Dez dias em um hospício (capa dura)
Dez dias em um hospício (capa dura)
Dez dias em um hospício (capa dura)
Dez dias em um hospício (capa dura)
Dez dias em um hospício (capa dura)
Dez dias em um hospício (capa dura)

Nellie Bly

Dez dias em um hospício (capa dura)

Preço normal R$ 64,00 Preço promocional R$ 42,00

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Capa dura em edição especial

"Esse livro chega até você devido ao esforço de muitas mulheres que, assim como eu, sabem que essa é uma história que precisa ser contada e, principalmente, anseia por ser lida." Joici Rodrigues, do canal Ler até Amanhecer.

Nellie Bly foi uma corajosa jornalista que aceitou o trabalho desafiador de internar-se em um hospital psiquiátrico em 1887. Seu objetivo era entender e relatar as torturas e descasos que ocorriam entre enfermeiros, médicos e pacientes, assim como o processo de triagem das próximas internações.

Bly descreve que nem todos os pacientes realmente precisavam de cuidados mentais hospitalares, mas todos, sem exceção, eram tratados de forma desumana.

A saída? Provar-se mentalmente são. Uma tarefa difícil para qualquer pessoa com o emocional abalado pelo medo.

Este não é um livro de ficção e contém relatos de violência, opressão, abuso físico e mental.

Nellie inspirou a personagem Lana na série American Horror Story: Asylum

"No dia 22 de setembro, o World perguntou se eu conseguiria fazer com que me internassem em um dos hospícios de Nova York, com o objetivo de escrever uma narrativa simples e clara sobre o tratamento dado aos pacientes lá confinados, os métodos de administração etc. Eu teria a coragem de enfrentar a provação exigida por tal missão? Eu seria capaz de fingir as características da insanidade de forma a enganar os médicos e viver uma semana entre os insanos sem as autoridades do lugar descobrirem que eu era apenas uma forasteira tomando notas? Respondi acreditar que sim. Tinha certa fé na minha habilidade como atriz e pensei que poderia fingir insanidade por tempo bastante para completar qualquer missão confiada a mim. Eu conseguiria passar uma semana na ala dos insanos na Ilha de Blackwell? Respondi que sim. E consegui."

Dez dias em um hospício Nellie Bly Livro capa dura

Adentrar as páginas de "Dez dias em um hospício" é como viajar no tempo. Mas não uma daquelas viagens alucinantes, que nos deixam vidrados com o mundo a descobrir. Isso porque a viagem nos leva até o século XIX e, especificadamente, numa época em que ser considerado “louco, insano, doido, etc.“ não significava ter uma condição mental. E sim, ser menos humano que o resto das pessoas.

Ficha técnica 

Dados Informações
Nome do Autor
Nellie Bly
Tradutor
Karine Ribeiro
ISBN 978-65-88218-00-6
Páginas 192
Formato 15,5x23 cm
Capa Capa dura com verniz localizado
Miolo Papel pólen bold 90g
Edição  1ª 
Conteúdo Indicado para adultos

Customer Reviews

Based on 14 reviews
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L.V.S. (RJ)
Virou favorito!

Esse livro é incrível!
Nellie Bly ao aceitar o desafio de investigar sérias denúncias sobre o que ocorria nos hospitais psiquiátricos de sua cidade, consegue ser internada e descobre coisas que a chocou e despertou a sua revolta.
.
Logo ao entrar no "Hospital Bellevue", ela notou que algumas mulheres eram enviadas para lá como uma forma "discreta" que seus companheiro tinham para ter uma relação amorosa. Outra fator que determinava tal fim, era a pobreza; em uma época tão difícil, se a mulher ficasse doente e não pudesse mais trabalhar, o seu sustento iria se tornar um problema e "sem o apoio" de uma família / matrimônio, esse era um fim provável.
.
Nessa parte, nossa heroína começa a se questionar sobre o que poderia ser feito e que ela deveria contar a história por trás disso.
Porém, foi ao adentrar as portas do "Hospital da Ilha de Blackwell" que se viu no próprio inferno.
.
Foi lá que teve sua dignidade arrancada brutalmente, seu orgulho destruído e sua coragem ampliada.
Esse livro relata muito bem tudo o que passou, observou e temeu.
Fica bem claro que sua narração condiz com sua época, assim, tem coisas no texto que ela explica sem descrever muito e deixa as entrelinhas falarem por si só.
.
O que senti durante a leitura!?!
Horror; foi intenso e perceber como o descarte humano, principalmente, o das mulheres era algo tão fácil me fez questionar muito os motivos por trás disso e porque um certas coisas ainda são tão bem vistas. Não vou entrar em detalhes, não vale a pena, mas os jornais provam muito bem isso.
.
Ela tinha um humor muito peculiar e boa parte do livro apresenta esse toque, até um certo momento é bem fácil e até "leve" de fazer a leitura. Mas conforme as páginas vão passando tudo muda de figura.
.
As descrições, por mais condizentes ao padrão da época, permitem uma visualização nítida do que acontecia.
É sério, a imersão que o relato conduz choca!
Se uma pessoa ao ler esse livro não se sentir senbilizado e triste, honestamente, não sei o que poderia amolecer tal coração.
.
Três partes foram quase intratáveis para mim; minha alma chorou e, ao lembrar de uma reportagem que assisti há alguns anos que mostrou poucas mudanças nesse assunto, me fizerem chorar.
.
Nellie Bly virou minha heroína!
.
Seu esforço por tentar mudar uma triste e complexa situação não deve ser esquecida e, assim, indico a todos que façam essa leitura.
É ideal pra quem gosta de psicologia, de histórias reais ou que desejem crescer como bons seres humanos.
.
Foi um dos melhores livros que já li na vida.
Na noite em que terminei a leitura, assisti ao filme e não gostei das diferenças entre um e outro.
Leiam o livro!
.
Porém, por ter assuntos fortes, recomendo que antes de iniciar ocorra uma reflexão sobre como se encontra o lado emocional ou se valerá apena despertar algum gatinho adormecido.
.
Virou favorito!

L
L.V.S. (RJ)
Virou favorito!

Esse livro é incrível!
.
Como comentei antes, a Nellie Bly ao aceitar o desafio de investigar sérias denúncias sobre o que ocorria nos hospitais psiquiátricos de sua cidade, consegue ser internada e descobre coisas que a chocou e despertou a sua revolta.
.
Logo ao entrar no "Hospital Bellevue", ela notou que algumas mulheres eram enviadas para lá como uma forma "discreta" que seus companheiro tinham para ter uma relação amorosa. Outra fator que determinava tal fim, era a pobreza; em uma época tão difícil, se a mulher ficasse doente e não pudesse mais trabalhar, o seu sustento iria se tornar um problema e "sem o apoio" de uma família / matrimônio, esse era um fim provável.
.
Nessa parte, nossa heroína começa a se questionar sobre o que poderia ser feito e que ela deveria contar a história por trás disso.
Porém, foi ao adentrar as portas do "Hospital da Ilha de Blackwell" que se viu no próprio inferno.
.
Foi lá que teve sua dignidade arrancada brutalmente, seu orgulho destruído e sua coragem ampliada.
Esse livro relata muito bem tudo o que passou, observou e temeu.
Fica bem claro que sua narração condiz com sua época, assim, tem coisas no texto que ela explica sem descrever muito e deixa as entrelinhas falarem por si só.
.
O que senti durante a leitura!?!
Horror; foi intenso e perceber como o descarte humano, principalmente, o das mulheres era algo tão fácil me fez questionar muito os motivos por trás disso e porque um certas coisas ainda são tão bem vistas. Não vou entrar em detalhes, não vale a pena, mas os jornais provam muito bem isso.
.
Ela tinha um humor muito peculiar e boa parte do livro apresenta esse toque, até um certo momento é bem fácil e até "leve" de fazer a leitura. Mas conforme as páginas vão passando tudo muda de figura.
.
As descrições, por mais condizentes ao padrão da época, permitem uma visualização nítida do que acontecia.
É sério, a imersão que o relato conduz choca!
Se uma pessoa ao ler esse livro não se sentir senbilizado e triste, honestamente, não sei o que poderia amolecer tal coração.
.
Três partes foram quase intratáveis para mim; minha alma chorou e, ao lembrar de uma reportagem que assisti há alguns anos que mostrou poucas mudanças nesse assunto, me fizerem chorar.
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Nellie Bly virou minha heroína!
.
Seu esforço por tentar mudar uma triste e complexa situação não deve ser esquecida e, assim, indico a todos que façam essa leitura.
É ideal pra quem gosta de psicologia, de histórias reais ou que desejem crescer como bons seres humanos.
.
Foi um dos melhores livros que já li na vida.
Na noite em que terminei a leitura, assisti ao filme e não gostei das diferenças entre um e outro.
Leiam o livro!
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Porém, por ter assuntos fortes, recomendo que antes de iniciar ocorra uma reflexão sobre como se encontra o lado emocional ou se valerá apena despertar algum gatinho adormecido.
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Virou favorito!

A
Anônimo (MG)
Preciosidade

Relato precioso de uma jornalista pioneira no jornalismo investigativo, ao mesmo tempo em que alerta para problemas atuais ainda hoje como discriminação e misoginia. A parte gráfica é uma obra de arte, como não poderia deixar de ser. Leitura obrigatória. Leia mulheres.

N
Nadabe Souza (MG)
Visceral

Já nos anos finais do século XIX, a jornalista Nellie Bly, decidida a relatar a vida dos internos em hospícios, aceita se passar por "louca" e se internar no hospício da Ilha de Blackwell e assim poder constatar a forma desumana e degradante com que aquelas pessoas eram tratadas. Ao longo de 10 dias, ela conversa, ouve e intercede por suas companheiras até conseguir sair da instituição, publicar seu relato e levar ao mundo a história dessas mulheres e tudo o que sofriam naquele local. É um relato visceral, de grande importância no que diz respeito à saúde mental e tratamentos psicológicos/psiquiátricos. Eu já queria muito esse livro. A vontade de ler só aumentou depois que descobri que esse episódio particular da vida da autora inspirou a personagem Lana Winters, de American Horror Story - série que eu amo de coração. A edição da Wish é perfeita.

C
Cybelle Saffa (PB)
É de tirar o fôlego

Esse é um daqueles livros que fazem a gente ficar revoltada com as injustiças e maus tratos àquelas pessoas mais frágeis da sociedade. O trabalho de Nellie Bly foi imprescindível para a época e como referência histórica de mulheres fortes e destemidas que lutaram por nossos direitos.

E
Eu queria muitooooo ler mas to sem condições dd compra (SP)
Alguem poderia me emprestar pra mim ler ?

Quero muito ler esse livro
Dez dias no hospício.
Mas sem condições no momento pra comprar.

B
Breno Perin (ES)
Livro incrível

Que livro incrível! Muito bem elaborado, poderiam fazer o livro da Rhoda Derry, seria um sucesso, mesmo que não seja um engajamento jornalístico como o da Nellie, mas ajuda na compreensão de como era o tratamento dos asilos e hospitais psiquiátricos. Estão de parabéns!

J
Julia Cunha (RS)
Perfeito

Ainda não tive a oportunidade de ler, mas o trabalho gráfico é perfeito e dá para notar todo o cuidado com a edição. Belíssimo livro.

J
Janine Kuriu Anacleto (PR)
N.B. é um mulherão!

Livro maravilhoso, capa, estrutura, diagramação, faz o livro ser ótimo. O papel e tamanho de fonte é confortável de ler. E quanto à história, sofri e vibrei com este mulherão que é a Nellie Bly